12/09/10

Luanda Cartoon 10 - Algumas Notas


É óbvio que não tenho capacidade para vos conseguir transmitir por palavras tudo aquilo que vivi no FIBDAL'2010.
Contudo, além do que já aqui vos contei e mostrei, houve alguns detalhes que me encheram a alma.
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O entusiasmo do público e organização foi incrível, e poderia ficar aqui a colocar comentários atrás de comentários. Mas houve uma questão que achei muito importante para mim, enquanto autor de Banda Desenhada: o contacto com os outros autores, que foi promovido e incentivado pela organização ao longo de todo o tempo que passei em Luanda.
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Temos assistido à vinda de imensos autores estrangeiros aos festivais portugueses de Banda Desenhada. Mas além das pequenas conversas furtuitas durante as sessões de autógrafos ou eventualmente durante uma refeição, nunca vi as organizações dos festivais ou os responsáveis pela vinda desses autores, a promoverem o contacto com autores portugueses, de forma a poderem-se trocar experiências, conhecimentos, técnicas... Aliás, às vezes até quase que os fecham em redomas para que ninguém chegue perto.
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Daí que eu tenha ficado particularmente sensibilizado com esta "pequena" questão que pude usufruir, permitindo-me assim trocar experiências e aprender sempre um pouco mais. O meu grande obrigado ao Olímpio, Lindomar e todos os outros Angolanos com quem tive o privilégio de conversar e aprender com a sua experiência.
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7 comentários:

csa disse...

Eu conheço o mesmo no meu domínio profissional.
Às vezes, passam por aqui pessoas com quem eu gostava de falar e não consigo sequer ver a cara delas.
Deve ser uma mania portuguesa, de que eu não partilho.
Realmente, o festival angolano está de parabéns! :)

DC disse...

Olá João
Deixaste-me intrigado com este post. Podes explicar em mais detalhe como é que promovem esse contacto?

J.Mascarenhas disse...

Olá CSA, efectivamente, a Organização do FIBDAL2010 só pode estar de parabéns ;)
Diogo, estás a referir-te a que contactos?
Abraços

DC disse...

ups, desculpa ter sido tão vago. Falo do contacto com outros autores, de que forma isso era promovido?

J.Mascarenhas disse...

Olá Diogo:
OK, portanto estás a referir-te ao FIBDAL.
Muito simples e eficaz: apresentavam-me uma ou várias pessoas, e conversávamos. Os encontros decorreram durante os dias que antecederam o festival e durante o festival, nos restaurantes, nas salas de exposição, nos locais de trabalho de alguns autores, após as conferências, portanto, como podes ver, de uma forma natural. Sem os formalismos, todos nós estávamos muito mais à vontade para falar. Foi excelente! 5*****!
Abraços.

joao figueiredo disse...

já estás certificado :D

Luís Rochinha disse...

He he he, olha uma nota de 1000 kwanzas aí atrás. E o talão de bagagem do famoso TP0257 (Lx-Lad da TAP).