30/10/09

Tintin


Congresso de Arte Urbana” é o título da história que realizei para o Fanzine “Efeméride” e que foi agora publicado pelo ÉleGê. O tema deste Fanzine é “Tintim no Século XXI”, e vários autores foram convidados a realizar uma página a cores abordando-o. Exactamente, “Tintim”, como até agora tem sido grafado em Português.
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A minha página tenta fazer referência à última parte desenhada por Hergé na aventura “Tintin e a Alph-Arte”, aquela em que um gangster aponta uma arma às costas do herói e lhe diz “Para a frente! Chegou a hora de o transformar num César...” O que a seguir aconteceria a Tintin nunca o ficámos a saber, já que foi aqui que Hergé (infelizmente) parou de desenhar.
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Quem contracena com Tintin (filho) não poderia deixar de ser... O Menino Triste, que lhe coloca exactamente aquela dúvida. Esta é também a primeira história em que O Menino Triste aparece “a cores”.

12 comentários:

csa disse...

OLá, João!

Que prancha maravilhosa!!! :)
Já conhecia a primeira vinheta, mas a página inteira ainda é mais bonita.
E viva o MT!
Abraço grande! :)

Gio disse...

Olá João.

Uma escolha muito feliz de cores! Parabéns!

Gio

Anónimo disse...

Gosto muito destas cores em geral, assim o Menino fica menos triste!
E a prancha em sim é muito bonita!
Há, no entanto, uma "espessura" cromática - desculpa, não sei explicar melhor! - que "pesa" um pouco...
Um abraço amigo!

José Abrantes

Pan disse...

Como grande fan de Tintin, fico muito contente pelo facto do MT o ter encontrado, mesmo que seja na pessoa do seu descendente, gostava imenso de ver todo o fanzine.
Um abraço
Francisco

João Figueiredo disse...

João, porquê Congresso de Arte Urbana? Algum motivo em especial? Referência ao facto da Alph-Art ser a novidade artística do momento no mundo do Tintim? O que é isso de Arte Urbana? A BD é arte urbana? Como sabes, sou Engenheiro do Ambiente e sou apaixonado por cidades, espaços urbanos e a forma como funcionam. Nesse funcionamento entra, obviamente a arte.
Abraço e se me puderes esclarecer....
Nota: Lá te verei no sábado, na Amadora.

Gonçalo Trindade disse...

Bela prancha :). Daqui fala o Gonçalo, falámos um pouco no FIBDA, onde me fez um fenomenal desenho do menino em versão punk, e mais tarde voltei à sua mesa de autógrafos para me assinar uma fanzine d'O Menino Triste que não resisti a comprar (o meu enorme agradecimento ao Gabriel!). Aquela fanzine, com toda a sua inocência e simplicidade, fez-me querer descobrir ao máximo tudo o resto que há em relação à sua obra.

Não resisti a vir aqui deixar um enorme obrigado. Gostei imenso, há realmente ali algo mágico. Em breve terei A Essência nas minhas mãos. O Peter Pan ficaria orgulhoso.

Abraço

J.Mascarenhas disse...

Olá Csa, Gio e Pan:
Muito obrigado pelas vossas palavras. Contudo, gostava de dizer, que caso O Menino Triste fosse a cores, não seria de certeza esta a palete de cores que iria escolher para o colorir.
Abraços.

J.Mascarenhas disse...

Olá Zé Abrantes:
A "espessura" cromática de que falas, também a senti quando vi a prancha num écran "normal" de computador (não-LCD) e em que o brilho da imagem era menos intenso. Nos LCD's a imagem adquire outra cor. É tudo uma questão de regulação dos parâmetros dos écrans.
Grande Abraço.

J.Mascarenhas disse...

Olá Gonçalo!
Foi bom falar contigo no FIBDA. O desenho que te fiz, é já sobre a próxima história d'O MT: Punk Redux.
Fico satisfeito por teres gostado do primeiro livro d'O Menino Triste. Logo me dás a tua opinião sobre o que acháste dos outros (e outras histórias que existem dispersas).
O Peter Pan está sempre presente! Abraços.

J.Mascarenhas disse...

João Figueiredo:
Eu também gostava de te poder dizer o que é que esse Congresso de Arte Urbana tratou e o que é que é, mas infelizmente não consegui ir a Osaka para dele participar. Mas penso que isso é o que menos importa naquele enquadramento ;)
Um grande abraço.

Geraldes Lino disse...

Espero que o Gonçalo Trindade aceite com "fair play" aquilo que lhe vou dizer: o vocábulo fanzine já tem verbete nos dicionários da Porto Editora, estando classificado como substantivo (agora diz-se nome) masculino, isso significa que dever-se-á dizer/escrever "o fanzine".
De resto, se for ao "google" e investigar o neologismo fanzine, encontrará muitos artigos em que é focado como substantivo do género masculino.
Como tenho fanzines portugueses desde que foi editado o "Argon" em Janeiro de 1972, primeiro fanzine português, e sempre li a palavra no masculino (tal como nos fanzines franceses - "un fanzine", nos espanhóis "los fanzines" e nos brasileiros "um fanzine" - julgo-me no direito de tentar corrigir quem só há poucos anos (presumo) tomou conhecimento, de forma incorrecta, com esse tipo de publicações amadoras.
Repito: espero que não se ofenda com esta correcção que lhe estou a fazer.
O fanzinista e faneditor
Geraldes Lino

Gonçalo Trindade disse...

Não me ofendo de forma alguma, e agradeço até a correcção e a explicação (e ainda mais o facto de ter sido efectivamente dada por um autêntico perito na matéria). Conheço o conceito já há algum tempo, e já o vi ser usado tanto no masculino como no feminino, e desta forma fico com a certeza em relação ao género a que pertence.
Cumprimentos e, mais uma vez, obrigado pelo esclarecimento/correcção :)
Gonçalo