24/10/08

BDNA - Genetic FingerPrint

O DNA é a molécula responsável pela transmissão das características hereditárias que são passadas de pais para filhos, em todos os seres vivos. É no DNA que está codificada a informação que determina se vamos ter olhos azuis ou castanhos, se vamos ser altos ou baixos, se vamos ter pele escura ou clara. Essa informação do DNA está organizada em genes e todas as células do nosso corpo, possuem uma cópia idêntica desse DNA.

Por isso, é possível extrair DNA a partir de células de qualquer tipo de tecido do nosso corpo, desde células da pele a células do sangue, desde o cabelo até aos dentes.

O processo de extracção do DNA é muito simples, passando essencialmente por três fases: rebentamento das células, destruição de proteínas e de outros materiais biológicos e precipitação do DNA com álcool. Esse DNA isolado serve para estudos de genética e para melhor compreender esse código da vida... e para incluir na tinta que o autor d’O Menino Triste irá utilizar nas sessões de autógrafos durante o Festival de Banda Desenhada da Amadora 2008.

Assim é. Efectivamente, o biólogo José Matos extraiu cadeias de DNA de células de João Mascarenhas, que irão ser adicionadas à tinta a utilizar nas assinaturas do livro A Essência, durante o FIBDA2008. Aproveitando-se um recurso científico disponível, o autor d’O Menino Triste procura assim associar esta técnica de Genetic Fingerprint, a um dos temas do Festival: a Tecnologia!

5 comentários:

Anónimo disse...

ADN em portugues.

J.Mascarenhas disse...

Caro Anónimo. É evidente que é ADN em português, só que assim não se conseguia fazer o trocadilho "BDNA". Agradeço a dica, mas a troca é intencional.
Obrigado.

qba disse...

Wow! esta lingua nao deixa de me surpreender! bem como sr Masarenhas e os trocadilhos dele. E a essencia... viajei com o MT, mas tambem nao a encontrei...

J.Mascarenhas disse...

Olá Tiago:
Não encontraste a Essência? Vais ver que ela num instante vai chegar à Polónia.
Zdravei!

Porfirio Silva disse...

Peço desculpa pela interrupção, mas, apesar do FIBDA dominar, antes de acabar o mês queria dizer duas palavras sobre "A Metróple Feérica", de José Carlos Fernandes e Luís Henriques .