04/01/15
19/12/14
Boas Festas
A todos os Amigos d'O Menino Triste aqui ficam os votos de umas
Boas Festas e de um ano de 2015 cheio de Banda Desenhada!
17/11/14
PUNK REDUX (revisitado)
Arrumando o computador, (re)encontrei um trabalho realizado pelo Pedro Cleto, a propósito do livro PUNK REDUX. Aqui vos deixo tudo:
1.
Demasiado (?)
elogiada por alguns, a autobiografia - também aos quadradinhos – tem que
cumprir (pelo) menos um de dois pressupostos para ser interessante:
2.
O autor fez/viveu
coisas interessantes ou…
3.
O autor conta o que
viveu de forma interessante.
4.
(Há ainda – caso
ideal! - a conjugação dos dois aspectos, quando o autor conta de forma
interessante, algo interessante que fez/viveu).
5.
Em O Menino Triste –
Punk Redux, João Mascarenhas recorda a sua primeira vista a Londres, no Verão
de 1976, estava o movimento punk a dar os primeiros passos, o que faz dela uma
BD que pode ser catalogada na categoria do autobiográfico…
6.
… mesmo que ao tom
recordatório evidente, Mascarenhas acrescente igualmente momentos ficcionais e
uma forte componente documental…
7.
… sendo que este
último ponto transforma este álbum num caso único entre nós.
8.
A sua base, é
evidente, são as memórias de Mascarenhas, aquilo que ele viveu durante um Verão
em Londres…
9.
… mas o seu propósito
vai mais além, pois pretende evocar as bases e princípios do movimento punk.
10. De forma empenhada e
militante, é evidente – e não me parece que haja qualquer mal nisso – pois João
Mascarenhas viveu de forma intensa, embora curta, aquele momento único, mas
também com bastante lucidez, traçando uma imagem bastante nítida do que levou tantos
jovens de então a desafiar – pela forma de vestir, sim, mas principalmente por
palavras, atitudes e ideias – o conformismo, o cinzentismo, a falta de saídas,
então existentes
11. (E que em muitas
questões não estão longe – ou estarão longe apenas pela dimensão mais global
dos problemas – das que afectam os jovens europeus de hoje).
12. A par disso,
Mascarenhas, estabelece um paralelo com a situação – antagónica ou similar…? –
que se vivia então em Portugal, na sequência da revolução de Abril.
13. Se tudo isto já era
suficiente para justificar a leitura desta nova vivência de O Menino Triste,
Mascarenhas acrescenta-lhe mais um aspecto: a qualidade da sua narração.
14. Em que, sem o
desvirtuar, adequa o seu grafismo – geralmente limpo e claro, aqui mais duro,
sujo e pesado – a linguagem utilizada (bem próxima do vernáculo que o punk
utilizou) e a própria concepção das pranchas, com vinhetas de contornos
recortados, por vezes atravessadas por alfinetes ou fora da esquadria que
tradicionalmente os quadradinhos seguem.
15. Para além disso,
distribui pelo relato referências, homenagens e piscares de olho, não só ao
punk e aos seus símbolos exteriores mais visíveis, mas também a Portugal, a
músicos portugueses e à própria banda desenhada, que justificam uma segunda
leitura, mais atenta a eles do que à narrativa em si.
16. Posto isto, se este
texto fica por aqui, após a leitura (ou antes dela?) de Punk Redux, aconselho
vivamente a (re)leitura da entrevista com João
Mascarenhas aqui publicada, como complemento útil – e interessante –
deste - interessante - pedaço de vida que ele conta - de forma interessante.
Banda
sonora aconselhada
Para acompanhar a leitura de O Menino Triste – Punk Redux
(que pode ser encomendado aqui), João Mascarenhas,
“sem ser exaustivo e sem qualquer ordem de preferência ou temporal”, tendo em
conta as suas “preferências pessoais” e porque dão “uma visão daqueles tempos
iniciais”, aconselha como banda sonora os seguintes temas:
- Anarchy in the U.K. – Sex Pistols
- God Save the Queen – Sex Pistols
- Should I stay or should I go – Clash
- Bored Teenagers – The Adverts
- How much longer – Alternative TV
- Pay to Cum – Bad Brains
- Boredom – Buzzcocks
- Forces of Victory – Linton Kwesi Johnson
- Hong Kong Garden – Siouxsie and the Banshees
- Denis – Blondie
- New rose – The Damned
- Do anything you wanna do – Eddy and the Hot Rods
- If the kids are united – Sham 69
- Blitzkrieg
Bop – The Ramones
- Don’t worry about the government – Talking Heads
1.
09/11/14
O Menino Triste D'Après... Penim Loureiro - 21
Mais um trabalho da série "D'Après...".
Desta vez com a cumplicidade de Penim Loureiro, autor do livro "Cidade Suspensa".
Desta vez com a cumplicidade de Penim Loureiro, autor do livro "Cidade Suspensa".
02/11/14
Gastronomia
Agora que parece que toda a gente "acordou" para a gastronomia e culinária um pouco por todo o mundo ocidental, recupero do livro "A Essência", uma receita que O Menino Triste faz para um jantar com os seus amigos, e que está referenciada na página 17 do álbum "A Essência".
Trata-se
de uma receita que tinha inventado há já algum tempo, e que me lembrei
de referir no decorrer da história. Pelos vistos abriu a curiosidade e o
apetite a alguns. Para os que não tiveram acesso a uma cópia impressa
da receita que acabei por distribuir no FIBDA, há uns anos atrás, aqui
deixo a dita, e quem não tiver uma cataplana, pode sempre utilizar um tacho como recurso:
Cataplana de Frango com Castanhas e Amêijoas
Ingredientes (4 pessoas):
· 4 peitos de frango cortados em cubos grandes
· 100g bacon em pequenos cubos
· ½ kg de amêijoas (ou conquilhas)
· 400g de castanhas sem pele
· 1 cebola grande em rodelas
· Alhos esmagados (a gosto)
· 2 folhas de louro
· Azeite
· Coentros picados
· Sal (a gosto)
Aquece-se o azeite na cataplana e junta-se a cebola às rodelas. Neste refogado aloura-se o bacon, juntando-se uma folha de louro. Adicionam-se os cubos do frango e fritam-se rapidamente em lume mais vivo. Reduzindo o lume, tapa-se a cataplana e cozinha-se durante 10 minutos. Introduzem-se de seguida as castanhas e o sal. Volta-se a tapar e cozinha-se por mais cerca de 15/20 minutos. Em caso de necessidade juntar um pouco de água.
Separadamente, aquece-se azeite numa frigideira juntamente com os alhos e a outra folha de louro. Quando os alhos estiverem alourados juntam-se as amêijoas e fritam-se até abrirem. Não se devem cozinhar demasiado as amêijoas, pois podem ficar rijas e com má apresentação.
Quando o frango estiver cozinhado, juntam-se-lhe as amêijoas, os sucos e os alhos, misturando bem. Adicionar nesta altura os coentros picados e cozinhar todo o conjunto por mais 5 minutos em lume brando.
Servir quente.
Bom apetite.
Ingredientes (4 pessoas):
· 4 peitos de frango cortados em cubos grandes
· 100g bacon em pequenos cubos
· ½ kg de amêijoas (ou conquilhas)
· 400g de castanhas sem pele
· 1 cebola grande em rodelas
· Alhos esmagados (a gosto)
· 2 folhas de louro
· Azeite
· Coentros picados
· Sal (a gosto)
Aquece-se o azeite na cataplana e junta-se a cebola às rodelas. Neste refogado aloura-se o bacon, juntando-se uma folha de louro. Adicionam-se os cubos do frango e fritam-se rapidamente em lume mais vivo. Reduzindo o lume, tapa-se a cataplana e cozinha-se durante 10 minutos. Introduzem-se de seguida as castanhas e o sal. Volta-se a tapar e cozinha-se por mais cerca de 15/20 minutos. Em caso de necessidade juntar um pouco de água.
Separadamente, aquece-se azeite numa frigideira juntamente com os alhos e a outra folha de louro. Quando os alhos estiverem alourados juntam-se as amêijoas e fritam-se até abrirem. Não se devem cozinhar demasiado as amêijoas, pois podem ficar rijas e com má apresentação.
Quando o frango estiver cozinhado, juntam-se-lhe as amêijoas, os sucos e os alhos, misturando bem. Adicionar nesta altura os coentros picados e cozinhar todo o conjunto por mais 5 minutos em lume brando.
Servir quente.
Bom apetite.
13/09/14
Fim de Férias
Contrariamente ao que afirmam os matemáticos, a mais curta distância entre dois pontos NÃO É uma reta, mas sim a que vai do INÍCIO ao FIM das FÉRIAS.
06/07/14
BlitzKrieg Punk Book
We have a PUNK REDUX book to be sent to the very first person living abroad - outside Portugal - who post here a comment in this post.
Just like that. Very, very simple. Go on!
(The person will be contacted afterwards by the bookhouse).
11/04/14
Dicas da Rede (Brasil)
Milena Azevedo, a criadora do site Garagem Hermética Quadrinhos (GHQ) está a realizar uma série de vídeos sobre Banda Desenhada - Dicas da Rede. No sexto episódio a Milena fala um pouco sobre A Essência , a sua criação, história, e enredo, e ainda dá um salto ao Punk Redux e às Butterfly Cronicles.
O vídeo pode ser visto aqui.
Obrigado Milena!
O vídeo pode ser visto aqui.
Obrigado Milena!
27/03/14
15/03/14
SELFIE
Foi esta a "Selfie" original que rodou na net, tirada naquela noite especial!!!!!
This is the original "Selfie" that was shared in the net, taken in that special night!!!!!!
This is the original "Selfie" that was shared in the net, taken in that special night!!!!!!
10/01/14
29/12/13
08/12/13
No Gods, No Masters - FanArt
No Festival AmadoraBD 2013, fui surpreendido por uma fã d'O Menino Triste, a Mariana Serra (aluna de Belas Artes), que me presenteou com este seu desenho. Inspirado no livro Punk Redux, a Mariana retrata-se aqui ao lado da versão punk do Infante Melancólico ;)
E inclusivamente faz uma breve apreciação ao livro aqui.
Obrigado, Mariana.
20/11/13
O Menino Triste D'Après... Yoshiyasu Tamura - 20
Yoshiyasu Tamura foi o simpático autor japonês presente no AmadoraBD 2013. A partir do seu manga "Fudegami" (Deus do Pincel) criei este desenho da série "D'Après..."
No balão d'O Menino Triste escrevi: "O que é que tens na tua mala? O pincel?"
Yoshiyasu-sama escreveu no balão da rapariga: "Vou-te fazer desaparecer. Tenho aqui uma faca e um saco do lixo!" ;)
Yoshiyasu Tamura was in AmadoraBD 2013 Comics Festival, and his "Fudegami" (God of the Brush) manga was the starting point for this "D'Après..." drawing.
I wrote on The Sad Boy's balloon: "What do you have in your purse? The brush?"
Yoshiyasu-sama replied on the girl's one: "I'm gonna kill you. I've here a knife and a garbage bag." ;)
04/11/13
O Menino Triste D'Après... André Diniz- 19
Mais um desenho da série "D'Après..."
Desta vez com super simpático André Diniz, e o seu Morro da Favela, onde O Menino Triste em alto contraste cromático se enquadra no ambiente da história.
(Mais trabalhos desta série sob a etiqueta "D'Après...")
Desta vez com super simpático André Diniz, e o seu Morro da Favela, onde O Menino Triste em alto contraste cromático se enquadra no ambiente da história.
(Mais trabalhos desta série sob a etiqueta "D'Après...")
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