Encontrei esta B.D. numa disquete perdida no meu atelier! Trata-se de um trabalho feito em 1994 num computador 486, em que utilizei apenas o rato como instrumento de desenho. O programa acho que se chamava qualquer coisa como "painter". Nesta B.D. já se podem identificar uns traços daquele que mais tarde viria a ser O Menino Triste!
I found this drawing in a "lost" disket. It's a work performed in a 486 computer in 1994! The Sad Boy was already taking shape!
18/04/12
14/03/12
En Français
Promessa de alguns tempos atrás, aqui está a versão francófona do livro d'O Menino Triste que foi premiado com o Prémio Nacional de Banda Desenhada (Fanzine) em 2006, pelo Festival Internacional de BD da Amadora (agora designado por AmadoraBD). Aqui.
Pour les amies les francophones, voici Les Livres, le livre de L'Enfant Triste qui à gagné le Prix National de BD (fanzine) 2006, au Festival International de BD Amadora (maintenant désigné comme AmadoraBD. Bonnes lectures. Ici.
07/03/12
05/03/12
Entrevista: O Menino Triste sou eu!
04/03/12
MAB
O Menino Triste e o seu autor, estarão nos dias 10 e 11 de Março no MAB - Festival Internacional de Multimédia, Artes e BD, na Faculdade de Belas Artes no Porto. Mais detalhes sobre o festival aqui ou aqui. Apareçam!
The Sad Boy and its author will be at MAB festival in Oporto, on the 10th and 11th of March. More infos about the festival, here. Come with us!
26/02/12
PUNK REDUX (na imprensa)
O Jornal de Notícias (26/02/2012) apresenta na sua rubrica Artes//Vidas (pag.40) um artigo de Pedro Cleto e Pina, onde é focado o álbum Punk Redux.
23/02/12
Zeca Afonso
Numa das últimas vinhetas do álbum "Punk Redux", é feita uma referência a Zeca Afonso, a propósito do texto que aparece na vinheta. Existem outras "piscadelas de olho" na vinheta. Não são difíceis de descobrir.
A cantiga é (e continua a ser) uma arma!
A cantiga é (e continua a ser) uma arma!
03/01/12
Punk Redux Press
London Calling: O regresso do Menino Triste
Depois de ter falhado os Festivais da Amadora de 2010 e 2011 por motivos vários, eis que chega finalmente às livrarias "Punk Redux", a tão aguardada aventura punk do Menino Triste
Alter-ego do seu criador, João Mascarenhas, o Menino Triste, apesar do nome e da própria imagem da personagem (num registo caricatural cada vez mais próximo do mangá na estilização), não é propriamente o herói de histórias dirigidas ao público infantil, mas antes o nosso guia para as memórias e reflexões de Mascarenhas. Depois de em “Os Livros” ter partilhado com os seus leitores as obras que o influenciaram, enquanto homem e enquanto artista, e ter-nos feito reflectir sobre os mecanismos da criação artística, numa viagem simbólica entre Coimbra e Veneza., no álbum "A Essência", Mascarenhas transporta-nos agora até à cidade de Londres nos meados dos anos 70, em pleno despertar da revolução Punk, adaptando para o universo do Menino Triste as memórias de um Verão que o autor passou em Londres, em 1976.
Uma Londres onde os caminhos do Menino Triste (ou Sad Boy, como lhe chamam os seus amigos ingleses) se cruzam com ícones da música e da cultura Punk, como Sid Vicious, Malcon McLaren, Siouxsie Sioux, Vivienne Westwood, ou Soo Catwoman, que assina o prefácio do livro.
A capa do livro, cujas cores e grafismo remetem para "Never Mind the Bollocks", o mítico primeiro disco dos Sex Pistols, dá um ponto de partida perfeito para esta verdadeira viagem no tempo. Um tempo em que se acreditava que era possível mudar o mundo através da música e em que saber cantar ou tocar um instrumento estava longe de ser condição indispensável, ou até necessária, para se formar uma banda.
Conforme refere a editora na nota de imprensa: “O punk foi muito mais do que os clichês dos cabelos em crista, das pulseiras de picos e da obscenidade. Há uma essência criadora e uma energia vital que foram esquecidas e que este livro tenta recuperar: o seu grito inconformista, a sua luta contra o convencional, a ousadia de afirmar...” Grito de revolta de uma geração que contestava os valores tradicionais da sociedade britânica, o Punk estava de longe de ser um movimento homogéneo, como o prova a discussão entre Malcom McLaren e Soo Catwoman, na loja “Sex” da Vivienne Westwood. Uma discusão provavelmente inventada, mas que sintetiza bem o carácter transversal do movimento Punk.
Misturando cenas que viveu, com outras que assistiu ou lhe contaram, Mascarenhas constrói uma ficção autobiográfica muito bem documentada do que foi o movimento punk e do impacto que bandas como os Sex Pistols, ou os Clash tiveram na juventude da época. Colocando o grafismo ao serviço da história, o registo mais “Linha clara” dos livros anteriores, dá aqui lugar a um profuso uso de tramas (em mais uma aproximação ao mangá) para criar efeitos de sombra, e a própria disposição dos quadrados na página não podia ser mais punk, com vinhetas coladas com fita-cola, ou presas por alfinetes, numa bem conseguida tradução visual do espírito “do it yourself” que caracterizou o Punk.
Regressado a Portugal depois destas férias inesquecíveis, o Menino Triste deparou-se com a realidade bem diferente do Portugal pós-25 de Abril. Mas, apesar em vez de cristas e pulseiras de picos, haver cabelos compridos e barba, a música também era importante. Não por acaso, numa das últimas imagens do livro vemos o Menino Triste defronte de uma parede onde estão um grafitti do Zeca Afonso e um cartaz do FMI, do José Mário Branco. Uma boa maneira de Mascarenhas nos lembrar que, também neste país de brandos costumes, a cantiga é uma arma.
(“O Menino Triste: Punk Redux”, de João Mascarenhas, Qual Albatroz, 48 pags, 10 €.
Versão integral do texto publicado no Diário As Beiras de 30/12/2011
22/12/11
13/12/11
Google "Punk" Books
09/12/11
Punk Redux 2011 Tour
As datas e locais do Tour 2011 do PUNK REDUX.
-Sábado, 10 - 16h00, Salão Nobre da Junta de Freguesia de Carcavelos
-Sábado, 17 - 16h00, Livraria Dr. Kartoon, Coimbra-Domingo, 18 - 15h00, Livraria Kingpin of Comics, Lisboa
-Quinta-feira, 22, 21h30, Livraria Ler Devagar, LX Factory, Lisboa
Entrada Livre!
08/12/11
O Primeiro Autógrafo Punk Redux
30/11/11
Doc Martens
O responsável pela primeira utilização de calçado Doc Martens no contexto punk, em 1976, foi... exactamente: O Menino Triste! Aguarda e vais ver, em Punk Redux!
The very first guy that brought Doc Martens shoes into the punk scene in 1976 was... exactly: The Sad Boy! It's written in Punk Redux book!
The very first guy that brought Doc Martens shoes into the punk scene in 1976 was... exactly: The Sad Boy! It's written in Punk Redux book!
19/11/11
Punk Redux TV
02/11/11
Punk Redux - Pré-venda
A Qual Albatroz, através da sua loja on-line, acaba de colocar em pré-venda o álbum PUNK REDUX, com desconto, até 30 de Novembro.
Vejam aqui, e boas leituras.
Vejam aqui, e boas leituras.
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