O autor João Mascarenhas estará em todos os sábados - 26/Out, 2 e 9 /Nov- no Festival AmadoraBD para tatuar os vossos livros. Apareçam!
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25/10/13
08/12/11
O Primeiro Autógrafo Punk Redux
24/01/10
A Triste Fórmula

E já de seguida um autógrafo em dose dupla: Mário Freitas e Osvaldo Medina. Este foi conseguido no espectacular livro "A Fórmula da Felicidade". Nele, o Mário teve um papel quádruplo: Legendagem, Design, Edição e Revisão, enquanto o Osvaldo foi o responsável pelos Desenhos.
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Pessoalmente, e sendo eu investigador científico, apreciei em especial a abordagem científica à "fórmula" propriamente dita. Belo trabalho de equipa.
O Asteróide Triste

Já aqui coloquei em tempos um outro post com um autógrafo do Rui Lacas, a propósito do álbum "Obrigada, Patrão". Agora aqui fica o que ele me fez no seu novo livro "Asteroid Fighters". E olhando bem, acho que "este" gordo se parece com alguém que conheço ;) !
09/12/09
Hugo Triste, perdão, Teixeira!

Hugo Teixeira, o primeiro autor luso a ser publicado em formato Mangá (2007, editora Pedranocharco) cá no rectângulo. É conhecido não apenas pelo seu "Bang Bang", o tal western-futurista-pós-pós-apocalíptico, mas também pelas belas aguarelas com que presenteia os seus leitores.
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No BDAmadora2009, tive a agradável surpresa de ter o autógrafo ilustrado que agora vos mostro, misto Bang Bang-Infante Melancólico, no meu exemplar do Bang Bang Ultimate 1.
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Para verem mais coisas do Hugo, cliquem aqui.
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05/04/09
Super "Sad" Pig

Continuo aqui a publicação de autógrafos que alguns autores me deram o prazer de usufruir em livros de sua autoria. A razão de aqui os colocar é que tiveram a delicadeza de referenciar O Menino Triste nos ditos autógrafos.
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Agora é a vez do de GEvan (Gabriel Evangelista). O autógrafo foi realizado aquando da publicação do Super Pig #3, no FIBDA2007. Dono de uma técnica ímpar no mundo da Banda Desenhada Lusa, Gevan utiliza o desenho vectorial para nos dar as imagens fantásticas que vai criando. Conheci-o aquando da realização de um concurso de Banda Desenhada no Pinhal Novo, e onde ele foi um dos premiados, tendo a história com que concorreu sido editada na revista Sketch Book BD Magazine - nº 3 - Maio 2006. Desde então tem feito parcerias com Mário Freitas nas Aventuras do super suíno.
Agora é a vez do de GEvan (Gabriel Evangelista). O autógrafo foi realizado aquando da publicação do Super Pig #3, no FIBDA2007. Dono de uma técnica ímpar no mundo da Banda Desenhada Lusa, Gevan utiliza o desenho vectorial para nos dar as imagens fantásticas que vai criando. Conheci-o aquando da realização de um concurso de Banda Desenhada no Pinhal Novo, e onde ele foi um dos premiados, tendo a história com que concorreu sido editada na revista Sketch Book BD Magazine - nº 3 - Maio 2006. Desde então tem feito parcerias com Mário Freitas nas Aventuras do super suíno.
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Podem ver mais dos seus extraordinários trabalhos aqui.
Podem ver mais dos seus extraordinários trabalhos aqui.
10/02/08
Obrigado, Rui!

Adoro boas surpresas. Sim! Por que não? Quem não gosta?
Quando pedi um autógrafo ao Rui Lacas, no seu último livro “Obrigada, Patrão”, estava longe de imaginar o que é que ele iria desenhar. Agarrou nas canetas, e em dois instantes rapidamente esboçou a personagem do "patrão". E foi a partir daí que a surpresa se deu: com a mesma destreza que tinha desenhado “o patrão”, em mais dois movimentos... pimba! Aí estava O Menino Triste! Podem imaginar a minha (agradável) surpresa. Primeiro porque não estava à espera, depois porque o Rui revelou não apenas conhecer a minha personagem, como a conhecer o suficiente para, de memória, o esboçar, o que muito me lisonjeia.
Tenho acompanhado os livros que o Rui Lacas tem editado, e além do seu estilo, identifico-me imensamente com a temática, e com a forma como ele conta as histórias, sobretudo este último “Obrigada, Patrão” e “A Filha do Caranguejo”. Mais coisas dele aqui.
Quando pedi um autógrafo ao Rui Lacas, no seu último livro “Obrigada, Patrão”, estava longe de imaginar o que é que ele iria desenhar. Agarrou nas canetas, e em dois instantes rapidamente esboçou a personagem do "patrão". E foi a partir daí que a surpresa se deu: com a mesma destreza que tinha desenhado “o patrão”, em mais dois movimentos... pimba! Aí estava O Menino Triste! Podem imaginar a minha (agradável) surpresa. Primeiro porque não estava à espera, depois porque o Rui revelou não apenas conhecer a minha personagem, como a conhecer o suficiente para, de memória, o esboçar, o que muito me lisonjeia.
Tenho acompanhado os livros que o Rui Lacas tem editado, e além do seu estilo, identifico-me imensamente com a temática, e com a forma como ele conta as histórias, sobretudo este último “Obrigada, Patrão” e “A Filha do Caranguejo”. Mais coisas dele aqui.
Acho que posso dizer: Obrigado, Rui!
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