28/06/12

First Gig!


O primeiro concerto da banda The Sad Boys, na apresentação do livro Punk Redux, na FNAC do Colombo, em Lisboa, com lotação esgotada!

The Sad Boys' first gig, in Lisbon, with a "sold out" venue!

25/06/12

LIVE!


Estão TODOS convidados a virem à FNAC do Colombo, em Lisboa, para o nosso concerto/apresentação do livro "Punk Redux". Quarta-feira, dia 27.

Se quiserem aparecer mais cedo, podemos ver o jogo da 1/2 final em conjunto, já que a FNAC o vai transmitir no auditório onde vamos tocar a seguir ao jogo.

Venham todos!!!!

17/06/12

Punk Redux na FNAC do Colombo


No dia 27 de Junho vamos estar na FNAC do Colombo, em Lisboa, a partir das 21h30.
Vamos levar a banda - The Sad Boys - para um grande concerto e falarmos um pouco sobre o livro.

The Sad Boys.  A banda Ad hoc vinda das mais profundas concavidades da verdadeira alma Punk. Richard, Francis, George, Marc e John transportam-nos por alguns momentos aos sons agradáveis que todos conhecem, numa simbiose de simples acordes, riffs e vociferações do vocalista, a que não faltam a participação de algumas Punkettes!
 
Queremos que todos participem neste momento que alia a Música à Banda Desenhada. Aparece!

04/06/12

No Futuro/In the Future





O Centro de Educação e Desenvolvimento Jacob Rodrigues Pereira é, de entre os CED da Casa Pia de Lisboa, aquele que se encontra vocacionado para a educação e ensino de crianças e jovens surdos, integrando a Instituição desde 1834.

A propósito do filme - Gesto - rodado (trailer) nas suas instalações, o seu produtor, Fernando Centeio e a jornalista e chefe de redação do programa televisivo "Consigo", Dora Alexandre, tiveram a ideia de realizar uma intervenção no CED, de forma a angariar algumas melhorias das condições e conforto dos alunos. Assim, conseguiram-se apoios de várias entidades para a melhoria das zonas de convívio.

Pessoalmente, fui convidado a realizar uma Banda Desenhada (tamanho gigante) no pátio da escola. É evidente que aceitei sem reservas e coloquei mãos à obra, e concebi uma pequena (grande) história com seis vinhetas que podem ver nas fotos. Para terem a ideia da dimensão das mesmas, vejam a foto em que estou com o Marc da Qual Albatroz junto da 2ª vinheta. Foi uma experiência excelente, em que participaram na pintura alguns dos alunos do CED.
Mais fotos da inauguração aqui.


12/05/12

Moebius

 
Homenagem a Moebius (Jean Giraud)
1938-2012

(Trabalho para o BDJornal)

02/05/12

1976 = 2012?

No Stand BLX, falaremos sobre o livro e toda a envolvência socio-cultural em 1976, toda ela muito semelhante à que a Europa vive actualmente.

30/04/12

Feira do Livro - Lisboa


No domingo, dia 6 de Maio, estaremos na Feira do Livro de Lisboa, a partir das 15h00. Apareçam por lá!

18/04/12

Arqueologia

Encontrei esta B.D. numa disquete perdida no meu atelier! Trata-se de um trabalho feito em 1994 num computador 486, em que utilizei apenas o rato como instrumento de desenho. O programa acho que se chamava qualquer coisa como "painter". Nesta B.D. já se podem identificar uns traços daquele que mais tarde viria a ser O Menino Triste!


I found this drawing in a "lost" disket. It's a work performed in a 486 computer in 1994! The Sad Boy was already taking shape!

14/03/12

En Français



Promessa de alguns tempos atrás, aqui está a versão francófona do livro d'O Menino Triste que foi premiado com o Prémio Nacional de Banda Desenhada (Fanzine) em 2006, pelo Festival Internacional de BD da Amadora (agora designado por AmadoraBD). Aqui.

Pour les amies les francophones, voici Les Livres, le livre de L'Enfant Triste qui à gagné le Prix National de BD (fanzine) 2006, au Festival International de BD Amadora (maintenant désigné comme AmadoraBD. Bonnes lectures. Ici.

05/03/12

Entrevista: O Menino Triste sou eu!

O jornalista Pedro Cleto entrevista o autor d'O Menino Triste a propósito de Punk Redux e não só!
No blog As Leituras do Pedro. Aqui.

An enterview published by journalist Pedro Cleto in his blog, about the Punk Redux album. Here.

04/03/12

MAB

O Menino Triste e o seu autor, estarão nos dias 10 e 11 de Março no MAB - Festival Internacional de Multimédia, Artes e BD, na Faculdade de Belas Artes no Porto. Mais detalhes sobre o festival aqui ou aqui. Apareçam!

The Sad Boy and its author will be at MAB festival in Oporto, on the 10th and 11th of March. More infos about the festival, here. Come with us!

26/02/12

PUNK REDUX (na imprensa)

O Jornal de Notícias (26/02/2012) apresenta na sua rubrica Artes//Vidas (pag.40) um artigo de Pedro Cleto e Pina, onde é focado o álbum Punk Redux.

23/02/12

Zeca Afonso

Numa das últimas vinhetas do álbum "Punk Redux", é feita uma referência a Zeca Afonso, a propósito do texto que aparece na vinheta. Existem outras "piscadelas de olho" na vinheta. Não são difíceis de descobrir.
A cantiga é (e continua a ser) uma arma!

03/01/12

Punk Redux Press

London Calling: O regresso do Menino Triste



por João Miguel Lameiras
Depois de ter falhado os Festivais da Amadora de 2010 e 2011 por motivos vários, eis que chega finalmente às livrarias "Punk Redux", a tão aguardada aventura punk do Menino Triste
Alter-ego do seu criador, João Mascarenhas, o Menino Triste, apesar do nome e da própria imagem da personagem (num registo caricatural cada vez mais próximo do mangá na estilização), não é propriamente o herói de histórias dirigidas ao público infantil, mas antes o nosso guia para as memórias e reflexões de Mascarenhas. Depois de em “Os Livros” ter partilhado com os seus leitores as obras que o influenciaram, enquanto homem e enquanto artista, e ter-nos feito reflectir sobre os mecanismos da criação artística, numa viagem simbólica entre Coimbra e Veneza., no álbum "A Essência", Mascarenhas transporta-nos agora até à cidade de Londres nos meados dos anos 70, em pleno despertar da revolução Punk, adaptando para o universo do Menino Triste as memórias de um Verão que o autor passou em Londres, em 1976. 

Uma Londres onde os caminhos do Menino Triste (ou Sad Boy, como lhe chamam os seus amigos ingleses) se cruzam com ícones da música e da cultura Punk, como Sid Vicious, Malcon McLaren, Siouxsie Sioux, Vivienne Westwood, ou Soo Catwoman, que assina o prefácio do livro.

A capa do livro, cujas cores e grafismo remetem para "Never Mind the Bollocks", o mítico primeiro disco dos Sex Pistols, dá um ponto de partida perfeito para esta verdadeira viagem no tempo. Um tempo em que se acreditava que era possível mudar o mundo através da música e em que saber cantar ou tocar um instrumento estava longe de ser condição indispensável, ou até necessária, para se formar uma banda.


Conforme refere a editora na nota de imprensa: “O punk foi muito mais do que os clichês dos cabelos em crista, das pulseiras de picos e da obscenidade. Há uma essência criadora e uma energia vital que foram esquecidas e que este livro tenta recuperar: o seu grito inconformista, a sua luta contra o convencional, a ousadia de afirmar...” Grito de revolta de uma geração que contestava os valores tradicionais da sociedade britânica, o Punk estava de longe de ser um movimento homogéneo, como o prova a discussão entre Malcom McLaren e Soo Catwoman, na loja “Sex” da Vivienne Westwood. Uma discusão provavelmente inventada, mas que sintetiza bem o carácter transversal do movimento Punk.


Misturando cenas que viveu, com outras que assistiu ou lhe contaram, Mascarenhas constrói uma ficção autobiográfica muito bem documentada do que foi o movimento punk e do impacto que bandas como os Sex Pistols, ou os Clash tiveram na juventude da época. Colocando o grafismo ao serviço da história, o registo mais “Linha clara” dos livros anteriores, dá aqui lugar a um profuso uso de tramas (em mais uma aproximação ao mangá) para criar efeitos de sombra, e a própria disposição dos quadrados na página não podia ser mais punk, com vinhetas coladas com fita-cola, ou presas por alfinetes, numa bem conseguida tradução visual do espírito “do it yourself” que caracterizou o Punk.


Regressado a Portugal depois destas férias inesquecíveis, o Menino Triste deparou-se com a realidade bem diferente do Portugal pós-25 de Abril. Mas, apesar em vez de cristas e pulseiras de picos, haver cabelos compridos e barba, a música também era importante. Não por acaso, numa das últimas imagens do livro vemos o Menino Triste defronte de uma parede onde estão um grafitti do Zeca Afonso e um cartaz do FMI, do José Mário Branco. Uma boa maneira de Mascarenhas nos lembrar que, também neste país de brandos costumes, a cantiga é uma arma.

(“O Menino Triste: Punk Redux”, de João Mascarenhas, Qual Albatroz, 48 pags, 10 €.

Versão integral do texto publicado no Diário As Beiras de 30/12/2011